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All posts for the month Fevereiro, 2012

Mais uma vez a saga de “everlong”.

Published 28 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

Ando falando comigo mesma tem dias. Na verdade com pessoas que nunca saberão da existência desses sentimentos ou até mesmo das palavras exatas que aqui uso. E de vez em quando, entre um término e outro, me pego pensando em você, meu caso de amor, paixão, sei lá o que. Penso muito no que nós fomos e, claro, no que nós NÃO fomos. O “não” sempre é mais forte e me acaba me deixando um pouco introspectiva. Por exemplo, quando estou em um ônibus e vejo um menino loiro, sentado de costas para mim, e faço mil pedidos interiores para que seja você. Vontade de que o rapaz se vire e me dê um sorriso bonito e que tenha a voz igualzinha a sua, enfim, que seja exatamente como você é. Mas nunca é, nunca é. Engraçado pensar que o destino ou a força do acaso, algo do tipo, está sempre sendo fiel aos meus pensamentos. Porque por mais que morra de saudades, ainda assim sei que é mais dolorido te ter por perto do que longe. Daí acaba que encontros casuais nunca aparecem entre nós, nunca mesmo. Aliás, eu acho que morro se um dia ver você beijando outra menina. Ver que todo esse calor teu, que sempre me deixou tão louca, anda fazendo parte de outra pessoa.

Tenho tanto medo de ninguém nunca mais conseguir me fazer sentir o que você fazia. Medo de que ninguém consiga tirar minha respiração só com algumas palavras baixinhas. Medo de que ninguém nesse mundo inteiro me deixe com calor só com um toque nas mãos. Parece até uma brincadeira de mal gosto o que nós tínhamos. Eu achava a incrível como a maneira que me olhava já fazia com que tudo estivesse parado lá fora. Sério, você não sentia tudo isso também? Não é possível que só acontecia comigo. Ou você não se lembra das 1001 noites no cinema, nos bares, no seu carro ou então naquela escadaria do prédio? Não se lembra da sua voz ofegante me dizendo que nunca desejou alguém como me desejava? Era tão forte! Nunca irei conseguir explicar como é extremamente forte essa ligação entre nós. Chego a me arrepiar só de pensar em estar sentada ao teu lado, te abraçar e receber um beijo teu. Isso é bom demais, meu Deus! É disso que eu falo quando me refiro à me sentir completa, entende?

E não acaba no físico, pelo contrário, continuava quando eu deitava ao seu lado e via o tempo passar. Conversando com uma amiga acho que descobri o porquê dessa ligação tão forte, é simplesmente porque você tinha tudo aquilo que eu nunca tive. Você possuía o dom de ser liberto, e eu sempre admirei isso…

Mas me dói saber que nós nunca levamos em frente tudo isso. Eu te quis, você me quis e então ficou estacionado. Você namorou outra pessoa, eu também não fiquei sozinha, mas em todos os meus momentos lembro de como foi contigo…e aí sinto aquele medo. Talvez seja melhor mesmo que nós nunca mais nos encontremos. É dolorido demais viver qualquer momento ao teu lado e depois ter que entender que você vai embora. Ter que abrir mão e ficar olhando vagamente para outras pessoas… isso é muito foda!! Eu já superei uma vez. Depois de uns quatro anos consegui viver em paz, porque esquecer mesmo a gente não esquece. E é baseado nesse fato que levo a vida em frente. Fico tentando colocar na cabeça que daqui uns anos vou olhar aquele menino loiro do ônibus e não esperar que seja você. 

Enquanto isso…bom, enquanto isso eu só sinto dor e saudade de você. Saudade imensa de todo e qualquer vestígio seu.

Até onde o destino previu.

Published 27 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

“Eu sei que devo ter soado bem arrogante para você. Os meus argumentos, minhas constatações… tudo isso ficou parecendo falta de modéstia da minha parte. Mas eu gostaria de dizer que que não foi, não foi nem um por um minuto sequer. A minha decisão foi baseada nos meus sentimentos e nos SEUS também. Saiba que não sou muito de fazer términ0s, sempre são eles que vêm até mim, ou seja, não tenho um manual muito completo de como se faz isso. O que eu posso lhe falar de mais sincero é que eu tentei. Tentei ver por todos os ângulos sabe? Dei um tempo, fiquei junto, conversei (e tivermos várias conversas né?) e todas as minhas conclusões davam na mesma: nós não estamos no mesmo barco; eu não iria conseguir te acompanhar, ou pior, não iríamos NOS acompanhar. E eu acho isso tão importante, meu amor….

Meu discurso final foi tão clichê, eu sei. Mas continuo firme e forte em afimar que você é sim uma pessoa incrível. É tão incrível que por muito tempo fiquei sem saber como agir, com medo de deixar que você partisse. Seria injusto da minha parte, ambos precisam encontrar algo que lhes complete fielmente. Eu juro que um dia vou provar que não procuro a perfeição, eu procuro a complementação. Não estou te deixando porque você gosta de azul e eu de vermelho. Claro que não é isso. É porque quando olhamos para frente, temos visões MUITO contrárias. E nada contra diferenças, mas sim contra planos que não se chocam nem por um segundo. É como se fosse impossível se encontrarem, vivieríamos em um mundo de presença física… e isso eu não quero. A verdade é essa, de um tempo para cá tenho evitado o que eu NÃO quero.

Fica bem. Que essa vida muito louca lhe traga alguém especial, porque nós dois já falamos sobre isso né? Viver é a coisa mais excêntrica do ser humano, o resto é consequência. Se cuida, mas se cuide mesmo! Você vai, mas fica aqui dentro com uma participação muito importante. Beijos”

Vivo na espera.

Published 22 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

Às vezes eu tenho esses meu “rolês” interiores, do tipo olhar fixo e cabeça estática. Fico olhando ali na frente, pensando que é perto, quando na real é mais longe do que posso imaginar. Semppre me vem a ideia de que você tá demorando demais, e isso é meio triste de se dizer. Eu fico só esperando para fazer tudo certo com você. Porque agora tenho feito tudo errado e você não gostaria nem um pouco de saber sobre esses meus erros. Não tem jeito, enquanto estivermos longe será assim. Mas me dá uma vontade grande de ser forte e lutar por você, que acho que nem imagina. E quando eu te encontrar… nossa, vai ser tudo tão diferente, tão bonito. Quero cores novas, estações fortes e muita luz para nós dois.

De verdade… tá foda. Esse vazio é que é o pior, não gera sentimento, apenas uma espera sem fim. E eu sou muito melhor do que tenho sido nesses tempos de agora. Eu sou mais do que a minha impulsividade. Te peço, com muito carinho, que venha logo. Acho que essa é uma das verdades mais bonitas que você vai saber sobre mim sem ao menos me conhecer: eu tenho te esperado há muitos anos, mesmo sabendo que você nunca soube disso. Mas eu tenho fé, tenho saudade antecipada…tenho tudo.

Onde quer que você esteja, e com quem quer que seja, venha logo.

Eu procurei a vida inteira sem saber bem pelo que
Mas se pelo menos você estivesse aqui
Eu conto as horas pra estar com você

(…)

Eu vivo na espera de poder viver a vida com você.

Comparando injustiças.

Published 16 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

Dois opostos tão bonitos.

Situações que, por mais que sejam praguejadas, ainda assim fazem parte de lembranças boas. Lá na frente há tanta sutileza, atenção e cuidados. Na estrada que já passou ficam os sonhos iguais, a admiração – ah a admiração! Essa é que deixa um buraco gigante. Admiração no início do dia, na tarde ociosa e no último minuto do dia. Admiração que se mistura com orgulho, chega até a doer. Mas é como uma cadeira sem a perna da frente. Ela pode ser uma cadeira, mas continua sendo inutilizável. Não se sustenta para receber uma pessoa apenas com três pernas. E aquela cadeira era quase perfeita, não fosse a falta da perna (sutileza, atenção e cuidados). Travar uma luta com a exatidão é praticamente impossível.

A nova cadeira tem as quatro pernas, mas é tão frágil. Não sustenta muitos sonhos, não acompanha quem lhe acompanha. E, por mais incrível que pareça, não é tão classuda quanto aquela outra, mesmo sendo “perfeita”. Injusto né? Dá vontade de pegar a cadeira manca e insistir. Deixar ela ali de enfeite, mesmo que ninguém enxergue o que você enxerga. Mas e essa completinha… por que não tentar reforçá-la?

Isso é injusto, mundo.

Espaço para conversa indispensável.

Published 15 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

“Deus,

Por favor, que neste momento a paciência caminhe ao meu lado. Preciso dessa tua luz que sempre nos guia. Na maioria das vezes, nós, esses seres terrestres e, como dizem aí, “humanos”, perdemos a fé e tornamo-nos errantes sem distinção alguma. Não te peço um milagre, quero apenas a sua proteção ao meu redor, porque sei que nela habitam os sentimentos que tanto precisamos. Tudo irá se desenrolar conforme o teu desejo, Paizinho, mas caso as coisas se acertem, que eu posso ter muita calma para conduzir o que vem até mim. Luz, luz e luz.

Amém.

Eu pego uma raiva…

Published 11 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

Se tem algo que eu aprendi nessa minha andança de relacionamentos amorosos é que: quem quer vai atrás, vai sim! Ou pelo menos dá um jeito de demonstrar interesse. Não tem nada de joguinho, de medo, de insegurança… é exato minha gente, o interessado vai atrás, dá um jeito. Claro que compreendi melhor essa regra porque a aplico sempre. Tenho muito de querer morrer de medo, de pensar mil vezes, mas a certeza, quando grande, nunca me fez hesitar. Eu ligo, dou diretas, envio SMS, falo que quero sair e até tento colocar a mostra meu lado piegas, mas vou no meu limite. Acho até que ultimamente tenho sido mais discreta por conta dos meus traumas anteriores.

A verdade é que não morro mais por homem nenhum. Desculpa sociedade romântica e sonhadora, mas eu adoro o meu valor. Adoro meu sorriso de manhã e uma consciência leve. Deixei lá atrás as noites longas por conta de sofrimento. Também deixei a agonia e a cabeça pesada de tanto pensar. Não sou racional e durona, pelo contrário, sou mole mole. Mas já sofri tanto, amorzinho, que hoje procuro um bem estar acima de tudo. Apaixono SIM, morro de desejos SIM, não durmo por conta das lembranças SIM… SIM! Mas procuro ter tudo isso de forma saudável, essa é a diferença, antigamente era tão irracional. Agora sou calma e tranquila. Respiro fundo e digo: Relaxa, Carol, ele não ligou e você tem coisas importantes para fazer. E assim a vida segue.

O cara tá sendo escroto? Deixa ele…

Vem me fazer promessas e dizer palavras bonitas para depois sumir e aparecer quando bem entender? Tudo bem, mas saiba que aqui rola um prazo digno de importância. Resolveu dar um de morto, beleza, eu também faço o mesmo e continuo com a minha vida. Não me descabelo, muito menos mando 32 SMS perguntando cadê. Mando uma sutil, de maneira que ele perceba que gostaria de tê-lo perto de mim… mas se não fizer diferença na vida dele, tá tudo bem. Se o cara não faz questão e acha bonito brincar de morto-vivo, bom, problema dele. Porque eu não curto, logo não perco muito a minha noite me descabelando. Como já disse, isso só mostra que ele não me valoriza.

E se tem algo que me irrita (e MUITO!) é homem covarde. Não me desce homem “meio termo”, homem que usa de filosofias baratas para justificar o sumiço. Na boa, dá vontade de dizer: aqui não, negão! Vai procurar uma balada com cocotas, elas tão afim da sua filosofia com duração de uma noite. Sério, me rouba todos os nuggets do mundo, mas não vem fazer joguinho comigo, por favor, isso não.

Se você percebeu “raivinha” implícita, acertou. Eu só queria poder escrever livremente sobre os piores tipos de homens, aqueles que te passam uma imagem de “tá tudo certo, amor” e fazem tudo contrário. Melhor o cara ser um galinha convicto do que um hipócrita. Aprendam, homens, é melhor você sempre ser você mesmo. Sempre.

Chuviscos.

Published 10 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

Aqui em casa, sozinha, tarde chuvosa.

Eu olho pra janela e só vejo trânsito, cinza e guarda chuva. Daí dá aquela saudade chata do calor lá do interior (ôô tristeza, gente) e eu fico toda murcha, sem nem ter o que pensar. Ligo a TV para assistir novela (sim, eu assisto novela e muito, bjs) e começa a tocar Arlindo Cruz, uma puta música animada, estilo final de semana com cerveja. Er, acho que não combina um pouco com meu atual estado.  Mas tem uma novidade, hoje peguei uma agenda velha pra fazer listas. Lista de planos, de coisas para comprar, para melhorar… eu tentei como venho tentando há 21 anos. É, desde que me conheço por gente eu treino minha força de vontade e determinação com listas. Eu gosto de listas. Mas gosto mais ainda de churrasco, e neste exato momento imagino um suculento pedaço de carne com uma gordurinha deliciosa. E essa imagem não sai da minha cabeça, daí lembro que aqui em Curitiba um rodízio é CARÍSSIMO, sério, chega a ser um absurdo o preço que se paga para comer churrasco. Lá na minha terra não tem isso não. Com um tanto suficiente de amigos se faz um festerê da hora. Com carne boa e cerveja gelada. Aqui o pessoal gosta de ir comer Sushi, Temaki e nhenhenhenhe. Aliás, eu sempre sofro em alguns eventos sociais. Quando a galera escolhe comida japonesa sou meio que café com leite, não opino né, vou perder de qualquer maneira.

Acho que a chuva parou.

Sobre receber ou lutar mais um pouco.

Published 7 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

Eu sempre fui de me apaixonar pelos caras que gostavam das mesmas coisas que eu, aliás era como se isso fosse um presente para mim. Pois é, por um bom tempo neguei a história dos opostos se atraírem. Não que eu não acredite que uma patricinha possa querer fugir com um representante fiel do reggae, porque o que mais tem é gente diferente se juntando. Mas é que PARA MIM isso nunca funcionou muito bem. Automaticamente meus amores platônicos envolviam caras meio nerds, que ouviam bandas parecidas com as minhas e para ser um pouquinho mais perfeito, que amasse cinema. Claro, isso não é uma regra, mas foi o que eu disse, automaticamente… assim, sem eu perceber. E por favor, não confundam nerd com cult enjoado, porque se tem algo que me broxa, é homem sensível demais, inteligente DEMAIS, no mundo dele demais…ai sabe? No fundo homem tem que ser homem. Tem que ter aquelas manias irritantes sim, tem que saber conversar de tudo um pouco, não só sobre o mundo dele. Para mim é essencial que um fiel representante do sexo masculino perca horas falando sobre música e cinema comigo, mas que também sente para tomar uma cerveja e fale sobre assunto fúteis e engraçados – talvez até retardados.

E durante vinte e um anos eu saí por aí em festas, jantares, viagens, rotina, encontrando caras que me encantassem.  Leia bem, eu disse ENCONTRANDO, não PROCURANDO. Já aconteceu sim de eu me apaixonar por um cowboy ou um playboy, o que é pior na minha opinião (o playboy). Me apaixonei assim como me apaixono pelos meus preferidos, do tipo de chorar e tal. Mas posso contar fielmente as poucas vezes que isso aconteceu. Eu sempre tinha/tenho na minha mente que um dia encontraria um rapaz que pudesse me entender em poucas palavras, que eu olhasse para ele e conseguisse me “sentir em casa” sabe? Bem cafona, mas bem real. Pra mim a coisa mais mágica é você se entender em níveis altamente inexplicáveis com uma pessoa, e para isso melhorar é só vocês terem alguns pontos em comum.

Sei lá, eu sempre achei delicioso encontrar alguém que compartilha da mesma ideia que a sua. Por exemplo, viajar pelo mundo afora. Ok que hoje em dia tá clichê dizer isso, mas sempre tem aquela pessoa que pensa como você, que acha que bagagem cultural é importante e etc. É meio que afrodisíaco para mim quando enxergo planos e sonhos parecidos sabe? Talvez eu esteja errada e não entenda nada dessa merda, mas a verdade é que não existe regra. Mas se eu posso escolher quem vai estar perto de mim, gostaria que fosse alguém que quer ir pelo mesmo caminho que o meu.

E agora eu penso se durante esses vinte e um anos eu não me enganei. Fico confusa pensando nas diferenças, pensando se posso encarar alguém que é tão diferente de mim. Acontece ué, simplesmente acontece. Tenho medo de lá na frente ficar pensando “Ah, talvez fosse melhor se ele fosse assim  ou assado”, o que não é justo, claro.

No fundo eu sempre soube que isso um dia iria acontecer. Não quero ficar vivendo em um mundo de fantasias e ilusões, se é que me entendem, mas também não acho justo abrir mão do que é importante parar mim. Sei lá… é complicado.

Tomando nota #2

Published 5 de Fevereiro de 2012 by carollmaia

“Quando tá tudo indo bem, eu sempre tenho a sensação de que alguma coisa, no fundo, tá muito errada. Sei lá, é como se um relacionamento saudável fosse impossível no meio dessa merda toda, e quando eu não posso ver os erros, eu fico com essa certeza de que estou sendo enganada. E fico procurando, investigando, revirando o mundo pra encontrar os vacilos, mentiras, motivos pra terminar. Percebe a loucura? É como se ninguém pudesse me amar e ponto, de tanto colarem o adesivo de ‘trouxa’ na minha testa, qualquer carinho me parece suspeito. Percebe a tortura? Fico oscilando entre confiar e desconfiar, querendo viver uma história leve e sempre me afundando nas minhas neuroses e cicatrizes. E homem nenhum aguenta isso, homem nenhum percorre meu labirinto até o fim. Mas como eu poderia me entregar, sem antes saber se posso ir inteira? Como posso confiar de novo, sem saber se vai ser realmente diferente? Quero alguém que rompa meus lacres, não que me lacre mais! E sigo estragando tudo, só pra não ficar pior depois. Quando eles finalmente se cansam e caem fora porque eu sou louca de pedra, eu fico satisfeita. Volto pra fossa por um tempo, sem mistérios, já conheço bem o lugar e a porta de saída. E penso “Viu, sabia que eu tava certa”. Talvez eu até esteja errada, mas que se dane. Se uma pessoa não tem paciência nem pra conquistar minha confiança e afastar meus medos, o que eu posso esperar então? Sou quebra-cabeça de 500 mil peças, quem não tiver capacidade, tenta um jogo mais fácil. Eu supero e agradeço.”

Tati Bernardi

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